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6 Jul 2018

Oieee! Hoje tem mais sobre o papo entre intestino e o cérebro!

Esse bate-papo entre eles é bidirecional, ou seja, é uma via de mão dupla em que idéias de cada um deles são trocadas pra coordenar funções específicas. Tá pensando o que... bactérias no intestino e neurônios no cérebro tem o mesmo lugar na hierarquia. Nesse caso aqui eles são brothers, não tem chefe e empregado – eles formam um complexo!

E que complexo complexo, gente! Os mensageiros desse diálogo incluem mediadores neurais, metabólicos, endócrinos e do sistema imune que respondem a diversos sinais ambientais como nutrientes. Imagina o quanto eles têm que confabular entre si pra organizar tudo? Meu cérebro fica doidinho quando eu penso nisso!

Louco, né?

Agoooora que a ciência tá começando a entender como perturbações nesse sistema afetam a transição entre saúde e doença.

Entende porque em ciência nunca vai existir verdade absoluta? Entende porque não existe um alimento milagroso que vai resolver todos os problemas da humanidade...

14 May 2018

Lá na parte final do intestino delgado (íleo) tem um receptor chamado cubam (e música cubana rolando aqui, coincidência...amooo! NU Palomita). O cubam abre uma portinha pra ela entrar no enterócito (a célula intestinal) e de lá ela é transportada pro sangue. Ela dá a mão pra transcobalamina (transportador) pra ir pras células do corpo. A anemia megaloblástica (quando os glóbulos vermelhor são grandões e disfuncionais) é causada por uma mutação no cubam que resulta em má absorção intestinal de B12, anemia e deficiência na reabsorção renal de proteínas.

Essa anemia é muito rara mais é massa saber o porquê das coisas né? 😍😍

22 Aug 2016

Como eu disse no post anterior, pacientes que sofrem de constipação crônica tem uma microbiota diferente de pacientes que tem intestino que funciona como um reloginho. 
As pessoas com intestino preguiçoso têm uma redução nas bactérias obrigatórias como lactobacilos, bifidobactérias e bacterióides e um aumento de bactérias patogênicas como pseudonomas aeruginosa e campilobacter jejuni. 
Essas alterações influenciam a motilidade intestinal e suas funções secretórias alterando a quantidade de substâncias fisiologicamente ativas disponíveis e o ambiente metabólico do intestino.
Muito estudos têm atribuído a culpa da constipação a uma disbiose que é essa alteração na microbiota normal dos intestinos.

Dica? Por causa dessas alterações do metabolismo dos intestinos, a disbiose funcional pode ter importantes implicações clínicas e proporcionar uma nova dimensão no tratamento de constipação crônica.


Fonte: Zhao et al. Intestinal microbiota and chronic constipation. SpringerPlus (2016).

 

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