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Obesidade materna e a placenta


A placenta controla o desenvolvimento fetal através do transporte de nutrientes, gases, restos metabólicos e produção de hormônios. E mesmo que mãe apresente condições adversas ela capaz de se adaptar para otimizar sua função e manter o ambiente o mais são e salvo possível para o bebê.

Porém, a eficiência da placenta em manter um ambiente ideal para o feto diminui com o aumento do índice de massa corporal (IMC) da mãe.

A obesidade materna pode levar a anormalidades no crescimento fetal, restrição de crescimento intrauterino, diabetes gestacional e pré-eclampsia. Mães obesas têm um estado metabólico caracterizado por dislipidemia, hiperleptinemia, hiperinsulinemia e inflamação sistêmica exacerbada. Os bebês de mães nessas condições têm maior probabilidade de desenvolver obesidade e diabetes na infância ou adolescência.


Dica? Que a obesidade pode levar a vários tipos de problemas todo mundo já sabe. Esses problemas podem contribuir para uma alteração do ambiente ao qual o bebê está exposto. E isso pode trazer consequências graves para esse bebê no futuro. O ideal seria que mulheres com IMC acima de 30 emagrecessem antes de engravidar. A perda de peso durante a gravidez não é recomendada!


Fonte: Tarrade et al. Placental contribution to nutritional programming of health and diseases: epigenetics and sexual dimorphism. The company of Biologists, 2015.

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